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MPRJ participa da entrega do 15º Prêmio Amaerj Patrícia Acioli de Direitos Humanos
Publicado em Fri Oct 02 19:16:11 GMT 2026 - Atualizado em Fri Oct 02 19:16:08 GMT 2026

Em solenidade realizada nesta quinta-feira (01/10), no Auditório Desembargador Antônio Carlos Amorim, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), foi apresentado o 15º Prêmio da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj) Patrícia Acioli de Direitos Humanos, que agraciou 18 autores de trabalhos e iniciativas em defesa dos direitos humanos e da cidadania. O evento reuniu desembargadores, juízes, parlamentares, defensores públicos, advogados, jornalistas, professores, líderes de movimentos sociais, estudantes e familiares da juíza Patrícia Acioli (1964-2011).

O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Antonio José Campos Moreira, foi representado pelo promotor de Justiça Tiago Veras, coordenador de Direitos Humanos e Controle de Convencionalidade (CDHCC/MPRJ) e assessor da Subprocuradoria-Geral de Justiça de Direitos Humanos e Proteção à Vítima (SUBDHPV/MPRJ).

Compuseram a mesa de abertura o presidente do TJRJ e governador em exercício, desembargador Ricardo Couto; a 1ª vice-presidente do TJRJ, desembargadora Suely Lopes Magalhães; a presidente da Amaerj, juíza Eunice Haddad; a tesoureira da Amaerj, juíza Márcia Alves Succi; o diretor-geral da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), desembargador Cláudio Dell'Orto; e o ex-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), desembargador do TJSP Jayme de Oliveira Neto.

Premiação  

Na categoria Trabalhos dos Magistrados, venceu a juíza do Paraná Noeli Salete Tavares Reback, com o trabalho “Projeto Jovem Cidadão no Mercado de Trabalho – Inclusão e desenvolvimento”.  

Em Trabalhos Acadêmicos, o primeiro lugar ficou com a estudante de Medicina Patricia Lohanna Aguiar de Medeiros Cursino, com a iniciativa “Discriminação algorítmica em saúde: desafio contemporâneo aos direitos humanos, à cidadania sanitária e à justiça no cuidado”.  

Em Práticas Humanísticas, venceu a assistente social Daniele Duarte Gomes, com a obra “Centro de Proteção Integral (CEPI): iniciativa da Justiça Global para a realocação temporária e a proteção integral para defensoras e defensores de direitos humanos da América Latina e Caribe”.  

Na categoria Reportagens Jornalísticas, o primeiro lugar foi para Rubens Valente, do site Sumaúma, com a reportagem “Exclusivo: Indígena presa em cela masculina acusa policiais de estupros em série enquanto amamentava bebê”. 

A cerimônia ainda contou com uma homenagem póstuma à desembargadora Maria Aglaé Tedesco Vilardo (1966-2026), como reconhecimento ao papel desempenhado em defesa dos direitos humanos, e a concessão post-mortem do Troféu Hors Concours ao desembargador Roberto Felinto (1940-2025).

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