Notícia
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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais (CAO Criminal/MPRJ), da Coordenadoria de Inteligência e Investigação (CI2/MPRJ), e do Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ), realizou, na sexta-feira (14/03), o evento “Tribunal do Júri: técnicas e tecnologia a serviço da tutela da vida”.
A mesa de abertura foi composta pelos promotores de Justiça Simone Sibilio, coordenadora do CAO Criminal/MPRJ e do Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri (GAEJURI/MPRJ), e Leandro Navega, diretor do IERBB. Na ocasião, a promotora ressaltou a importância da constante capacitação dos membros da instituição que atuam na matéria criminal. Segundo Simone Sibilio, o foco do CAO Criminal/MPRJ é investir na qualificação e no aprimoramento profissional dos promotores.
"Estamos investindo fortemente na capacitação dos promotores Criminais e do Tribunal do Júri, de forma transversal, pois, na atualidade, a atuação demanda uma abordagem cada vez mais interdisciplinar. Além disso, anunciamos a realização de eventos para os próximos dois meses, incentivando a participação presencial dos Promotores, visando uma integração ainda mais produtiva. O expressivo comparecimento, tanto presencial quanto virtual, em uma sexta-feira pela manhã reforça a certeza de que essa capacitação é valorizada pelos colegas", afirmou a coordenadora do GAEJURI/MPRJ.
Na primeira parte do evento, a doutoranda em Direito Penal e autora do livro “Da imputabilidade do psicopata”, Michele de Abreu, palestrou sobre a Psicopatia e a atuação do Ministério Público no processo penal. Em seguida, a diretora da Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (DEDIT/CSI), Maria do Carmo Gargaglione, falou sobre as técnicas e tecnologias a serviço da vida, a partir de provas periciais em vídeos na reconstrução virtual de cenas de crime. Por fim, o perito Luiz Carlos Prestes da (DEDIT/CSI) fez uma exposição sobre a prova médico-legal, questões práticas e o impacto na instrução processual.
Por MPRJ

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