Notícia
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O Núcleo de Proteção e Defesa dos Animais do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (NPDA/MPRJ) participou de reunião com a Diretoria de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Instituto Estadual do Ambiente (DIRBAPE/INEA) para tratar do fortalecimento de atendimento à fauna silvestre no estado. Durante o encontro, o diretor da área, Cleber Ferreira, juntamente com os demais servidores da DIRPABE, apresentaram ao núcleo um panorama das ações em curso e da estrutura de governança responsável pela gestão e proteção da fauna.
Na reunião, foram expostos os principais desafios enfrentados pelo sistema, entre eles a ausência de fluxos integrados de atendimento, a necessidade de ampliar parcerias institucionais e a importância de forças-tarefas interinstitucionais voltadas à proteção da fauna. Também foram apresentadas iniciativas em andamento pelo INEA, como a criação de futuras infraestruturas para triagem e reabilitação, a ampliação da capacidade técnica das equipes e investimentos em logística e transporte especializado para resgate e manejo de animais.
O encontro também abordou questões relacionadas à governança técnica e financeira das ações, incluindo a utilização de fundos específicos, mecanismos de rastreabilidade e estratégias para garantir a sustentabilidade das atividades. Entre os temas discutidos estiveram ainda os desafios relacionados à destinação da fauna resgatada, a ampliação de áreas de soltura, a necessidade de protocolos de monitoramento e a padronização de procedimentos de triagem, perícia e manejo.
Outro ponto tratado foi a integração tecnológica das iniciativas já executadas e futuras, como a atualização e consolidação de um banco de dados estadual e a criação de um painel de transparência para acompanhamento das ações. Também foi discutida a relevância das ações integradas com os órgãos de segurança pública e a formalização de protocolos padronizados entre a Rede Estadual de Atendimento à Fauna Silvestre (REAFS). E, ainda, foi apontada a necessidade de elaboração e aprimoramento de instrumentos normativos e de desenvolvimento de modernas metodologias de valoração de danos à fauna para fins de embasamento de ações cíveis e penais, por exemplo; bem como a importância do fortalecimento da cooperação com universidades e do monitoramento de animais após a soltura.
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